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Archive for the ‘blog’ Category

Os educadores-blogueiros da lista de discussão Blogs Educativos e EduBlogosfera são ponta firme! Organizaram o I EducaCamp, o encontro presencial, em São Paulo, que será realizado para estreitar laços e discutir temas levantados pela “comunidade”. As inscrições estão abertas. Para entender o encontro, veja a explicação que consta no blog EducaCamp:

“Um Camp é um encontro baseado na metodologia do Espaço Aberto (Open Space Technology), onde os participantes organizam a própria pauta, formando grupos de discussão sobre determinado tema.

Também chamado por desconferência, nesse modelo as discussões podem se dar como debates, bate-papos ou mesmo apresentações, mas sempre de forma aberta, colaborativa e democrática. A participação de todos é importante e enriquece a discussão. E o mais importante é que essas discussões sempre extrapolam o evento e continuam circulando em posts, fóruns, twitts, listas de discussão, comunidades, etc.

A idéia surgiu em 2007 e rapidamente foi organizado, de forma colaborativa. No Brasil já tivemos BarCamp, BlogCamp (comunidade forte, constituída pelos blogueiros), NewsCamp (que já aconteceu duas vezes em S.Paulo e uma no Rio)… Agora chegou a vez dos professores conectados.”

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Artigos sobre blogs

Raquel Recuero, do blog pontomidia.com.br, pede colaboração para uma lista que vem elaborando, e que já está bastante extensa. Trata-se de um “Referencial de pesquisas sobre blogs realizadas por autores das universidades brasileiras em ordem cronológica de publicação”. ~Uma contribuição e tanto!

Ela também noticia uma entrevista, ao jornal El País, de Manuel Castells, um dos sociólogos internacionais que mais estuda a sociedade da informação. Confira!

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A Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica de 11 a 17 de fevereiro de 2008, quando acontece a Campus Party Brasil – o maior encontro de comunidades da Internet do mundo.

Com o mesmo espírito da festa que já acontece há 11 anos na Espanha, a Campus Party Brasil será um espaço de encontro e de aprendizagem. Durante 7 dias e 7 noites, milhares de participantes acampam em suas barracas, com seus computadores a tira-colo, trocando momentos, idéias e experiências.

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Moacir Gadotti é um homem planetário. 
Tornou-se um viajante por  “opção de vida”. “Uma vez fui à Europa, na época de estudante, só para conhecer o autor de um livro que eu havia lido. Paguei a passagem em 36 vezes.” Eis um conselho aos seus alunos: “nós temos que nos desterritorializar, criar possibilidades”. Hoje ele viaja não só por opção, mas por demanda da sociedade. E são tantas as viagens, tantas as histórias, que lanço a campanha Blog do Gadotti – ele riu da idéia, mas uma hora vai encontrar um tempinho para pensar a respeito (acredito, particularmente, que a tecnologia é grande arma para a difusão de novos discursos). Hoje nos contou três boas experiências, às quais poucos têm acesso (por isso, o blog, oras).
Eis uma:

Ontem, esteve reunido com professores e sindicalistas das prefeituras da baixada fluminense (RJ). Tema: Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). “Mas eu disse a eles que não tinha conhecimento suficiente para debater o assunto.” Então foi para abrir o grande encontro, tratando de políticas públicas e seus planos de Educação (que por sinal, não deram certo). Depois que terminou – aposto que num tom otimista, como sempre – disseram-lhe:
“Agora o senhor vai ouvir”.

Desceu do palco e logo formou-se uma fila de pessoas para falar. O desabafo daqueles professores foi tão cruel e desanimador que o deixou impressionado (e isso não é força de expressão). Os professores da baixada fluminense são constantemente ameaçados de morte por traficantes. Não podem tratar de violência, marginalidade e de drogas com seus alunos. Alguns já foram mortos por desafiar o tráfico – há, inclusive, bandidos entre vereadores de algumas cidades. “O espaço da escola é o da construção da realidade e do sujeito. Mas eles sequer podem falar de violência!”

O professor da USP, que participa da organização dos Fóruns Social Mundial, que dirige o Instituto Paulo Freire (de quem é hoje o principal discípulo) entendeu, então, o porquê das frases escritas na lousa: “Não ao PDE”; “Não ao PEE” – plano estadual de Educação. E os comparou a Mefistófeles – o diabo de Goethe – que tudo nega.  Para eles, é preciso recomeçar do zero, acabar com toda a situação em que vivem.

Diante das histórias que ouviu, concluiu: “essa geração de alunos é uma geração perdida. Não tem mais saída. A dívida educacional é tão grande que vai demorar décadas para que ela seja paga”. Se for. Por isso, é preciso uma nova lógica, uma nova lógica de mundo. E “Educar para um outro mundo possível”, título de seu último livro.

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Hoje foi a premiação do Concurso Internacional EducaRede: Internet e Inovação Pedagógica. Quatro professores que apresentaram projetos desenvolvidos na rede pública ficaram em primeiro lugar (já que eram quatro categorias). Gládis Leal dos Santos, do blog Palavra Aberta, foi uma delas – saiu de Joinville (SC) com o pé engessado para saber se ganharia uma viagem à Madri. Conhecida na blogosfera pela capacidade de articulação, seu projeto levou ao blog professores e alunos de vários estados, numa rede de colaboração. É um grande exemplo de uso pedagógico de blogs. 

Impressionou-me a auto-determinação das professoras nordestinas que estavam entre as premiadas. Maranhão, Sergipe e, principalmente, Ceará lutam contra a falta de recursos e a distância dos grandes centros para inovarem.  E o descaso profissional? Uma delas comentava o não reconhecimento de seu trabalho junto à secretaria, que sequer se manifestou quando informada de que uma docente da rede era finalista de um prêmio internacional. Êta falta de estímulo!

É coragem pra todo lado. Até o professor aposentado da USP José Manuel Morán, em sua participação no evento, contou como era caçoado pelos colegas nos idos dos anos 80 e 90. Diziam que ele (na USP!) não ganhava remuneração extra para trabalhar com tecnologia…. Levar os alunos para o laboratório era sinônimo de matar aula. “Ser inovador tem seu preço. Significa incomodar aqueles que não querem ser incomodados”, disse. E concluiu: “O que me mantem vivo é aprender“. Alguém discorda?

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Jornalismo, Educação e Novas Tecnologias! Temos muito em comum com o blog Monitorando… Rogério Christofoletti está, de forma colaborativa, criando uma lista “para juntar os principais blogs dos pesquisadores em comunicação no Brasil”. Veja que bacana.

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pierre-levy.jpgDiferentemente de Andrew Keen (no post abaixo), Pierre Lévy sempre “botou a maior fé” na colaboração em rede e na Inteligência Coletiva, termo que ele próprio cunhou. Enquanto trabalha no desenvolvimento da Web Semântica – uma linguagem que possa ser reconhecida por qualquer computador, ultrapassando a barreira das línguas naturais – o principal filósofo da cultura virtual esteve no Brasil na semana passada.

Entre as várias palestras que deu, Lévy reuniu-se com um grupo para um encontro-laboratório. Eu estava lá e, além de conferir a simpatia do professor da Universidade de Otawa (Canadá), e fazer pergunta (claro!), produzi uma materinha com alguns dos pontos que julguei mais importantes. A foto (ao lado) o Zé que tirou. Tá lá no EducaRede.

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