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Archive for the ‘cibercultura’ Category

Protesto no RJHá dois anos não publico um post neste blog, por diversas razões.  Mas, para mim, este é um momento histórico e não poderia deixar passar sem um registro aqui, onde tantos outros importantes foram feitos.

Histórico por conta dos protestos que acontecem pelo país, não vistos desde 1992 no impeachment do presidente Fernando Collor, portanto, há mais de vinte anos.

Histórico (pessoal) porque estou no momento de intensa escrita da tese de doutorado, cujo título é “Educação para a cidadania: condições e desafios para uma educação emancipadora a distância”. Portanto, não tinha como não atualizar o que já havia escrito sobre cidadania (planetária) com o atual momento de “levante” cidadão. Acabo de fazê-lo e minha cabeça ferve…

Já que estamos tratando, no final das contas, de cidadania, compartilho um trechinho da tese a respeito

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Já está disponível o pdf do meu livro Redes e comunidades: ensino-aprendizagem pela Internet no site do Centro de Referência Paulo Freire (clique aqui).

A licença permite compartilhar (copiar, distribuir e transmitir) e remixar a obra. Não faria sentido escolher outra licença, e valores, já que este é um tema intrínseco à cibercultura.

No mesmo dia, saiu uma (ótima) crítica ao livro feita pelo Programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais. 🙂

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Meu segundo filho nasceu!

Este blog fez parte desta história, já que, no início, ele foi criado para registrar e compartilhar reflexões durante o mestrado, cuja pesquisa deu origem ao livro. As pessoas que comentaram os posts, além das redes e comunidades que participei na época, também tem sua parcela de “responsabilidade”.

Seria um prazer conhecer você pessoalmente no lançamento 🙂

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logo_grupo_nos1Queridos internautas,

Este ano começo com uma novidade: eu e alguns amigos formamos um grupo de pesquisa para investigar e desenvolver projetos que relacionem Educação e Inteligência Coletiva.

O Grupo Nós nasceu na disciplina de Pós da Faculdade de Educação (USP) “Ensinando em Ambientes Virtuais” e, por isso, conta como madrinha incentivadora a Profa. Dra. Vani Kenski, professora da disciplina.

logo_cidade1Possui também um padrinho, o Prof. Dr. Gilson Schwartz que, sempre empreendedor, nos associou à Cidade do Conhecimento da USP.

A eles o nosso agradecimento público!

Incentivo, como vocês podem ver, não nos falta. E já começamos a trabalhar, desenvolvendo os locais onde compartilharemos conhecimento. Convido vocês a clicarem nos links abaixo e conhecerem mais um pouco do Grupo Nós:

Site: www.gruponos.net

Blog: www.gruponos.net/blog

Aguardamos a sua visita e colaboração!

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Mapa elaborado por Alex Primo. Veja grande e salve em vários tamanhos

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Cibercultura e Mobilidade: a Era da Conexão é um artigo de André Lemos  que nos ajuda a entender o nosso tempo. Neste texto, o professor da UFBa pontua “algumas transformações por que passa a sociedade da informação com a sua entrada na fase da conexão sem fio, na era da conexão”. Lemos analisa a relação entre duas formas técnicas específicas e os fenômenos sociais correlatos: o telefone celular (“controle remoto do cotidiano) e o que muda com a Internet sem fio (Wi-Fi).  A partir dessas tecnologias, trata das “práticas contemporâneas de agregação social” conhecidas como:

smart mobs: “o uso das tecnologias móveis para formar multidões ou massas com objetivo de ação no espaço público das cidades”, resultando, por exemplo, na “deposição do presidente Estrada, das Filipinas, e na derrota do partido da situação da Espanha”, após atentado nos trens de Madri em 2004.

flash mobs: “manifestações-relâmpagos, apolíticas, onde pessoas que não se conhecem marcam, via rede (blogs, celular com uso de voz e SMS), locais públicos para se reunir e se dispersar em seguida, causando estranheza e perplexidade aos que passam”.

Lemos também aborda o movimento Wi-Fi, que “conclama a todos aqueles que possuem conexão de alta velocidade (cabo, DSL, T1) a ‘emprestarem’, gratuitamente, sua largura de banda para o público”. Exemplo: empresas que não funcionam à noite poderiam ceder essa banda que será disperdiçada. “O que importa é colocar em pauta a democratização do acesso pelo espírito de compartilhamento que fez da Internet um fenômeno social”.

O surgimento da computação sem fio, enfim, radicaliza a “nova fase da sociedade da informação”. “Trata-se de transformações nas práticas sociais, na vivência do espaço urbano e na forma de produzir e consumir informação. A cibercultura (Lemos, 2002) solta as amarras e desenvolve-se de forma onipresente, fazendo com que não seja mais o usuário que se desloca até a rede, mas a rede que passa a envolver os usuários e os objetos numa conexão generalizada.”

>>> O artigo é de 2004, mas mostra-se bastante atual.

Ficou algo que preciso aprofundar: uma vez que “comunicar é por princípio um ato de ação sobre consciências, e esse ato pressupõe uma relação entre pessoas engajadas em uma ação comum”,  “A era da conexão não é necessariamente a era da ‘comunicação’“, conclui Lemos, a partir de Habermas e Heidegger,  num trecho do artigo . Essa discussão vai longe…

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