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Archive for the ‘tecnologia’ Category

É tão fácil ter um canal de transmissão ao vivo no Yahoo que até empolga: http://live.yahoo.com.

Não resisti e tive que fazer este registro. Basta ser assinante e dar um nome pra url, além, claro, ter uma webcam e microfone. 

Agora preciso descobrir como apagar o chat que rola durante  a transmissão ao vivo. Se alguém souber, por favor… 😉

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Cibercultura e Mobilidade: a Era da Conexão é um artigo de André Lemos  que nos ajuda a entender o nosso tempo. Neste texto, o professor da UFBa pontua “algumas transformações por que passa a sociedade da informação com a sua entrada na fase da conexão sem fio, na era da conexão”. Lemos analisa a relação entre duas formas técnicas específicas e os fenômenos sociais correlatos: o telefone celular (“controle remoto do cotidiano) e o que muda com a Internet sem fio (Wi-Fi).  A partir dessas tecnologias, trata das “práticas contemporâneas de agregação social” conhecidas como:

smart mobs: “o uso das tecnologias móveis para formar multidões ou massas com objetivo de ação no espaço público das cidades”, resultando, por exemplo, na “deposição do presidente Estrada, das Filipinas, e na derrota do partido da situação da Espanha”, após atentado nos trens de Madri em 2004.

flash mobs: “manifestações-relâmpagos, apolíticas, onde pessoas que não se conhecem marcam, via rede (blogs, celular com uso de voz e SMS), locais públicos para se reunir e se dispersar em seguida, causando estranheza e perplexidade aos que passam”.

Lemos também aborda o movimento Wi-Fi, que “conclama a todos aqueles que possuem conexão de alta velocidade (cabo, DSL, T1) a ‘emprestarem’, gratuitamente, sua largura de banda para o público”. Exemplo: empresas que não funcionam à noite poderiam ceder essa banda que será disperdiçada. “O que importa é colocar em pauta a democratização do acesso pelo espírito de compartilhamento que fez da Internet um fenômeno social”.

O surgimento da computação sem fio, enfim, radicaliza a “nova fase da sociedade da informação”. “Trata-se de transformações nas práticas sociais, na vivência do espaço urbano e na forma de produzir e consumir informação. A cibercultura (Lemos, 2002) solta as amarras e desenvolve-se de forma onipresente, fazendo com que não seja mais o usuário que se desloca até a rede, mas a rede que passa a envolver os usuários e os objetos numa conexão generalizada.”

>>> O artigo é de 2004, mas mostra-se bastante atual.

Ficou algo que preciso aprofundar: uma vez que “comunicar é por princípio um ato de ação sobre consciências, e esse ato pressupõe uma relação entre pessoas engajadas em uma ação comum”,  “A era da conexão não é necessariamente a era da ‘comunicação’“, conclui Lemos, a partir de Habermas e Heidegger,  num trecho do artigo . Essa discussão vai longe…

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Nesta primeira viagem ao Brasil, Johnson veio divulgar o novo livro, sobre a epidemia de cólera no século XIX (ãh?!): O mapa fantasma, que será lançado após o bate-papo da Campus Party. Trechos do que ele acabou de dizer:

A epidemia de cólera levou a uma das maiores descobertas científicas dos últimos anos, um dos motivos que o levou a escrever a respeito. O outro é o fato de que a história tem tem 4 temas-chave/ valores que se relacionam à Internet.

O primeiro grande valor: o mistério foi resolvido pela população local que descobriu a bactéria que provocava cólera. Não pelo governo.

O segundo valor: o que tornou possível a descoberta foi o fato de que as autoridades liberaram as informações, abriram o sigilo: onde e como as pessoas morreram, e outros dados. A partir dessas informações, dois caras puderam dar sentido a esses dados e uma solução ao problema.

O ponto final está no mapa fantasma, tradução do título de seu novo livro. Era um mapa que registrava os locais das mortes por cólera, que eram sempre em volta de reservas de água. O mapa apontou para a descoberta do problema. Ele considera o mapa uma interface.

Os mapas têm um papel central na divulgação das informações do conhecimento e são interfaces nas quais as pessoas se apóiam. Seu interesse atual é a mente humana como mapa. E seu projeto é o Outside.in.

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Bom, trabalhei tanto gravando vídeos e áudios e outras cositas na Campus Party (não pra cá, infelizmente) que não consegui fazer qualquer registro no meu blog. Agora estou em casa e vai começar o bate-papo com o pesquisador da cibercultura Steven Johnson. Não tive forças para ir pessoalmente. Mas pra quê também? Existe a Internet!

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O título acima é do livro de Lúcia Santaella, que ganhei do meu orientador para as férias, “finitas”, por sinal. Livro sério, como a autora, professora da pós em Semiótica e Comunicação da PUC-SP, que o escreveu a partir de uma pesquisa financiada pelo CNPq. Nela, Santaella traça três estilos de navegação, correspondendo-os aos três tipos de raciocínio elementares, estabelecidos por Pierce (abdução, indução e dedução).

O ERRANTE: “aquele que navega utilizando o ponteiro magnético do seu instinto para adivinhar, isto é, movimentar-se orientado primordialmente pelas inferências abdutivas” (p. 178), que emboras sejam frágeis, são elas que concebem ao humano a capacidade de criar. “… a abdução consiste em, diante de um fato surpreendente, chegarmos a uma hipótese que possa explicá-lo”(p. 100).

O DETETIVE: “aquele que, orientado por inferências indutivas, segue, com muita disciplina, as trilhas dos índices de que os ambientes hipermidiáticos estão povoados. Os resultados que alcança resultam do emprego de uma lógica do provável. (…) Seu percurso caracteriza-se, portanto, como um processo auto-organizativo próprio daquele que aprende com a experiência.” (p. 178). Podemos entender indutivo como um tipo de raciocínio que parte de um caso isolado para uma conclusão generalizada.

O PREVIDENTE: “se movimenta seguindo a lógica da previsibiliade. Por isso, é capaz de antecipar as consequências de cada uma das suas escolhas(…). Isso é possível porque a atividade mental mestra do previdente é a da elaboração. Por ter internalizado os esquemas gerais que estão subjacentes aos processos de navegação, adquiriu a habilidade de ligar os procedimentos particulares aos esquemas gerais internalizados”. (p. 178)

Já sabe qual o seu estilo de navegação?
Se pensou em apenas um deles, se enganou.

“A classificação dos internautas nos três tipos: errante, detetive e previdente (…) não quer significar que o perfil cognitivo do internauta esteja dividido nessas três modalidades, uma excluindo a outra. Embora haja casos e situações, como por exemplo, o caso do usuário novato, o do leigo e do experto, em que um tipo predomina sobre o outro, a abdução no primeiro, a indução no segundo e a dedução no terceiro, os três tipos são linhas de força que agem de modo indissolúvel, no comando das inferências mentais, estas devidamente acompanhadas por processos sensórios, perceptivos, seletivos, decisórios e motores que lhes são correspondentes.” (p. 91)

Tá feito o registro.

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A Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica de 11 a 17 de fevereiro de 2008, quando acontece a Campus Party Brasil – o maior encontro de comunidades da Internet do mundo.

Com o mesmo espírito da festa que já acontece há 11 anos na Espanha, a Campus Party Brasil será um espaço de encontro e de aprendizagem. Durante 7 dias e 7 noites, milhares de participantes acampam em suas barracas, com seus computadores a tira-colo, trocando momentos, idéias e experiências.

Saiba mais

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Jornalismo, Educação e Novas Tecnologias! Temos muito em comum com o blog Monitorando… Rogério Christofoletti está, de forma colaborativa, criando uma lista “para juntar os principais blogs dos pesquisadores em comunicação no Brasil”. Veja que bacana.

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