É tão fácil ter um canal de transmissão ao vivo no Yahoo que até empolga: http://live.yahoo.com.
Não resisti e tive que fazer este registro. Basta ser assinante e dar um nome pra url, além, claro, ter uma webcam e microfone.
Agora preciso descobrir como apagar o chat que rola durante a transmissão ao vivo. Se alguém souber, por favor… 
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“O Camp permite que as pessoas se conheçam e aprofundem a relação digital que elas já construíram”. A frase de Lucia Freitas, uma das organizadoras do I EducaCamp, deu o tom do encontro. E eu estava lá!
Conheci pessoas maravilhosas, que vivem na prática este novo momento de inovação. Elas tentam inserir as TICs de forma crítica e libertadora e formam, no ciberespaço, uma rede para disseminar suas práticas e ajudar os demais. Um dos locais onde se reúnem é a lista de discussão Blogs Educativos. Foi lá que conheci parte delas.
Como meu tempo tá curto, linco aqui o texto que fiz para o EducaRede. Lá dá pra saber mais um pouquinho do que rolou. Espero encontrá-los novamente em breve - me refiro ao presencial, claro!
Foto dos participantes do I EducaCamp… Para a posteridade!

Pra garantir a minha presença, eu sou a do meio, entre os agachados
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Os educadores-blogueiros da lista de discussão Blogs Educativos e EduBlogosfera são ponta firme! Organizaram o I EducaCamp, o encontro presencial, em São Paulo, que será realizado para estreitar laços e discutir temas levantados pela “comunidade”. As inscrições estão abertas. Para entender o encontro, veja a explicação que consta no blog EducaCamp:
“Um Camp é um encontro baseado na metodologia do Espaço Aberto (Open Space Technology), onde os participantes organizam a própria pauta, formando grupos de discussão sobre determinado tema.
Também chamado por desconferência, nesse modelo as discussões podem se dar como debates, bate-papos ou mesmo apresentações, mas sempre de forma aberta, colaborativa e democrática. A participação de todos é importante e enriquece a discussão. E o mais importante é que essas discussões sempre extrapolam o evento e continuam circulando em posts, fóruns, twitts, listas de discussão, comunidades, etc.
A idéia surgiu em 2007 e rapidamente foi organizado, de forma colaborativa. No Brasil já tivemos BarCamp, BlogCamp (comunidade forte, constituída pelos blogueiros), NewsCamp (que já aconteceu duas vezes em S.Paulo e uma no Rio)… Agora chegou a vez dos professores conectados.”
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Estou me preparando para a qualificação - para dar aqui uma explicação do meu sumiço. Poderia dizer que falta tempo escrever, mas um texto do Eduardo Chaves me corrige alegando que escrever no blog (não exatamente), neste momento, não é prioridade. Ele tem razão:
Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).
Outros trechos que destaco:
Usar mal QUER DIZER que muitas vezes usamos o nosso tempo para fazer o que não é nem importante nem urgente, mas apenas algo que sempre fizemos, pela força do hábito.
Por outro lado, ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Há muitas pessoas que estão o tempo todo ocupadas exatamente porque são improdutivas - não sabem onde concentrar seus esforços e, por isso, ciscam aqui, ciscam ali, mas nunca produzem nada. Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber aonde se vai.
Leia a íntegra
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Tenho impressão de que os autores Palloff e Pratt são os mais conhecidos no país quando o assunto é comunidade virtual de aprendizagem. Eles escreveram os livros “Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço”, “O aluno virtual”, entre outros e quase sempre aparecem nas referências bibliográficas de pesquisadores brasileiros.
Nesta semana, o EducaRede reproduziu um texto dos autores que saiu na revista Pátio (que é paga). Para quem não conhece, vale a pena conferir o artigo, que resume as principais idéias da dupla.
Eu mesma engrosso o coro: Acreditamos firmemente que a comunidade de aprendizagem on-line é o veículo pelo qual ocorre a aprendizagem em um curso on-line, independentemente da matéria.
O maior desafio é constituí-la e mantê-la…
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A Cidade do Conhecimento anuncia a criação de um programa inédito de “Gestão de Mídias Audiovisuais” (GeMA), aprovado e certificado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). O programa funcionará como uma incubadora de projetos e empreendimentos virtuais, com foco na criação de “mundos virtuais” e patrocínios já confirmados do portal iG e do Bradesco.
O módulo inicial do “GeMA” é totalmente gratuito, com inscrições abertas a partir de 2 de junho. O objetivo é atender um público formado por jovens empreendedores, lideranças comunitárias, professores do ensino médio, técnicos e empreendedores que já atuam ou pretendem entrar no mercado do audiovisual digital. Em julho, serão selecionados 300 participantes para esse primeiro módulo da incubadora digital. As primeiras oficinas e grupos de trabalho serão formados em agosto. Para participar, os interessados devem preencher o Formulário de Pré-Inscrição ou entrar em contato com a Coordenação do GeMA 2008 pelo email gema.cidade@gmail.com.
Fonte: Cidade do Conhecimento
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O Eri é desses felizes encontros que o mundo virtual nos proporciona. Também é uma das pessoas que conheço que mais entende do uso do Second Life na Educação, inclusive dando cursos lá. É do blog dele, Web Para Educadores, que li a notícia abaixo. Fiquei com uma pulga atrás da orelha. Será?
Professores e pesquisadores são o público que melhor soube aproveitar o advento dos mundos virtuais na opinião de um dos fundadores da Linden Lab, o programador Cory Ondrejka. Em palestra na Case Western Reserve University, na Califórnia, Cory elogiou a visão dos acadêmicos em relação aos mundos virtuais, e disse ‘vejo a academia como sendo a trilha de adoção dos mundos virtuais, bem mais que os jogadores ou a indústria’. Leia mais.
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Como estou cursando a disciplina ”Ensinando em ambientes virtuais”, na pós, não poderia deixar de convidar a Vani Kenski para um bate-papo online. Aliás, estou aprendendo “horrores”, como dizem. Por isso os posts andam escassos por aqui.
Já tive aulas no moodle hospedado no site dela (quem não conhece, veja lá o currículo da Vani), no Teleduc e esta semana a turma acaba de aterrisar no Moodle da Open University (OU) - a universidade dedicada a Educação a Distância do Reino Unido -, mais exatamente no OpenLearn LabSpace, um espaço para a constituição de comunidades virtuaisde aprendizagem.
Fazemos parte da CoLearn, Comunidade de Pesquisa sobre Tecnologias Educacionais, coordenada Alexandra Okada. Trata-se de uma “comunidade aberta de pessoas interessadas em tecnologias educacionais - aprendizes, educadores e grupos de pesquisa - do Brasil, Portugal e Espanha . Nosso objetivo é reunir os usuários do projeto OpenLearn para discussões, aplicações, pesquisas e publicações. Neste ambiente baseado na plataforma Moodle, interagimos principalmente na Língua Portuguesa.” O layout é muito bonito, mas a navegação achei um pouco difícil para quem chega.
Ainda não sei como se abre uma CVA, conversei a Lila Santos, que trabalha com a Alexandra, e ficamos de marcar uma webvideoconferencia para que ela nos passe mais informações a respeito. Vale ressaltar que trata-se de um espaço onde todos podem ver e participar. O objetivo: colaboração total!
Mas, voltando ao bate-papo, o tema da conversa com a Vani Kenski será justamente Comunidades Virtuais de Aprendizagem, na terça (20/5), às 17h, no portal EducaRede.
Até lá!
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“A aprendizagem colaborativa assistida por computador (CSCL - Computer Supported Collaborative Learning) pode ser definida como uma estratégia educativa em que dois ou mais sujeitos constróem o seu conhecimento através da discussão, da reflexão e tomada de decisões, e onde os recursos informáticos actuam (ente outros…) como mediadores do processo de ensino-aprendizagem.”
O trecho acima faz parte de texto do Núcleo UE-Minerva/Centro de Competência, da Universidade de Évora (Portugal), que resume com sucesso o que se entende por aprendizagem colaborativa assistida por computadores, quais são os elementos básicos, as vantagens da aprendizagem colaborativa e as teorias relacionadas (Vygotsky, Piaget…).
Confira em: http://www.minerva.uevora.pt/cscl/index.htm
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Estive ontem na defesa de doutorado sobre colaboração em EaD da Ana Cristina Lima Santos Barbosa, bastante elogiada, na Faculdade de Educação da USP. Ainda não tive acesso à tese, mas publico abaixo algumas anotações sobre o que os participantes disseram que parecerem bacanas para se refletir sobre Educação a Distância.
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Estamos pagando o preço de dizer que teríamos poder sobre o nosso tempo com EaD. Hoje o tempo institucional é mais forte do que todos os tempos.
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O currículo em EaD tem que ser menor. Mesmo com currículo enxuto se pode avaliar.
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Precisamos pensar nas dimensões do nosso trabalho em EaD (política, inter-pessoal, tecnológica, etc.), da mesma forma que devemos pensar no presencial.
POLÊMICAS:
Houve polêmica quanto a uma afirmação que Ana Cristina fez na tese de que EaD confere mais intimidade entre aluno e professor (mais ou menos isso) do que o ensino presencial.
Ana disse que também não gosta de comparações, as evita, que cada ensino é um ensino, mas essa questão de maior intimidade com o aluno é uma convicção pessoal, fruto de anos de trabalho em EaD. Ela é professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF ) em cursos a distância da Graduação e Pós, além da Site Educacional, e acredita que via online pode-se saber mais do aluno do que presencialmente.
No virtual, o aluno se exporia mais, justifica ausências, comenta assuntos particulares e expressa sentimentos. Ela conhece seus alunos pela escrita deles e, por meio da escrita, acredita que consegue entrar na intimidade dos participantes. Oralmente, em sala de aula, isso seria mais difícil.
Nesta discussão, Ana Cristina defendeu também que “A presença do aluno em EaD é a contribuição que ele dá no ambiente. Ou interage pra ter presença ou não está”, outro ponto polêmico em EaD. Ela acha que não tem como saber se o aluno está aprendendo se ele não se expressa no ambiente… Mesmo em cursos com uma abordagem não-colaborativa, se o aluno não se comunica, não está presente. Independente do modelo de EaD (colaborativo, interativo ou não), Ana Cristina acredita que o aluno está mais presente no virtual não só por meio da escrita pessoal, mas também pela participação dos demais no ambiente “O aluno faltante fica constrangido de não estar participando”…
Espero que ela publique logo a tese na Internet para que possamos lê-la
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